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TRANSPLANTE

O transplante é um procedimento médico onde abrange a necessidade do paciente em receber um tipo de órgão, para a reposição do organismo. Este procedimento cirúrgico é realizado com urgência para um paciente que necessita de determinado órgão para manter a qualidade de vida e funcionalidade do organismo. 

O transplante pode ser realizado de uma pessoa viva para o paciente, ou no aproveitamento de órgãos saudáveis de um indivíduo em óbito. 

Há vários tipos de transplante, como órgãos (coração, pulmão, rim, pâncreas, fígado) ou tecido (medula óssea, ossos, córneas). 

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Transplante de órgãos: entenda como funciona este procedimento

Muitas pessoas precisam de um transplante de órgão devido a condições genéticas, como doenças renais, fibrose cística ou problemas cardíacos. Infecções, como hepatite e danos causados por doenças crônicas também podem fazer com que uma pessoa precise de um transplante.

Até dezembro de 2019, foram registrados no Registro Brasileiro de Transplantes 119.149 transplantes de órgãos, tendo média de 6.151 transplantes realizados anualmente. A fila de espera por transplante de órgãos é grande. Ainda, segundo o Registro Brasileiro de Transplante, cerca de 37 mil brasileiros estavam na lista de espera por um órgão em dezembro de 2019.

O processo de transplante varia um pouco dependendo do órgão, mas a necessidade de um doador compatível é um tema consistente.

 

Como funciona a fila de espera para o transplante de órgãos?

O transplante de órgão melhora a qualidade de vida de uma pessoa, removendo a necessidade de diálise ou restaurando a visão por meio de um transplante de córnea, por exemplo. Como as pessoas que precisam de órgãos geralmente têm doenças graves, elas podem ficar muito doentes antes do transplante.

O processo começa quando o médico inclui o paciente na lista de espera. Isso exige um exame detalhado para diagnosticar a condição médica e concluir que ele está apto para um transplante. Vale destacar que a posição de alguém na lista depende de muitos fatores, incluindo a gravidade da doença.

Esse é um processo complexo que requer uma correlação estreita entre o receptor e o doador, como tipos de sangue compatíveis. Dependendo do órgão envolvido, outros fatores também podem ser relevantes. Para transplante de rim, o doador e o receptor devem ter anticorpos compatíveis e tamanhos corporais semelhantes.

Quando uma pessoa atinge o topo da lista de espera, o transplante é realizado quando o próximo doador compatível estiver disponível. Assim que a disponibilidade acontece, o paciente deve responder rapidamente ao chamado. Isso porque, os órgãos não sobrevivem por muito tempo fora do corpo humano.

Após o transplante, o receptor do órgão permanece no hospital por alguns dias enquanto os médicos monitoram sua condição. O tempo de internação depende de vários fatores, como o desempenho da cirurgia e a saúde geral do paciente transplantado.

Consultar o médico ao sinal de qualquer infecção, como febre, é fundamental para entender se o novo órgão será rejeitado pelo corpo. Dessa forma, os medicamentos anti-rejeição são necessários para manter uma boa saúde a longo prazo. Esses medicamentos evitam a rejeição ao enfraquecer o sistema imunológico, o que diminui a capacidade de combater infecções como a gripe, por exemplo.

 

Quando são necessários transplantes de órgãos?

Você pode precisar de um transplante se tiver um órgão que não está mais funcionando. Esse procedimento geralmente é considerado após a tentativa de outros tratamentos possíveis, tornando-se uma opção, caso os especialistas acreditem que o transplante possa salvar sua vida.

Um transplante também pode ser uma alternativa para melhorar a qualidade de vida de alguém. Por exemplo, o transplante renal para uma pessoa que apresentou insuficiência renal. Já um transplante de pele pode ajudar alguém que sofreu queimaduras graves em uma área sensível, como o rosto.

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