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2ºC a 8ºC
Refrigerado

Alfaepoetina 4.000UI com 1 frasco ampola 1mL

R$ 34,65
R$ 33,00 -3% via PIX

Dose

10.000UI
4.000UI
4.000UI
40.000UI

Quantidade na embalagem

1 frasco-ampola
12 frascos-ampola
1 frasco-ampola
1 seringa preenchida

O que você precisa saber sobre o Alfaepoetina 4.000UI?

Alfaepoetina 4.000UI é indicada para o tratamento da anemia associada à insuficiência renal crônica, à quimioterapia em pacientes oncológicos e a outras condições que diminuem a produção de glóbulos vermelhos. Atua estimulando a medula óssea a produzir mais hemácias, ajudando a melhorar os níveis de hemoglobina. O uso deve ser feito exclusivamente sob orientação e acompanhamento de um profissional de saúde.
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Especificação do Produto

Blau

Fundada em 1987 no Brasil, destaca-se na produção de medicamentos hospitalares de alta complexidade, incluindo biotecnológicos e oncológicos. 

Especificações

Conservação:2ºC a 8ºC
Conteúdo:Embalagens contendo 1 frasco-ampola com solução injetável de alfaepoetina na apresentação de 4.000 U.I./1 mL.
Princípio Ativo:Alfaepoetina
Formas de Administração:Via Intravenosa ou subcutânea
Classificação:Tarja Vermelha
Doenças & Complicações:Anemia, Diálise
Partes do Corpo:Sistema Circulatório
Prescrição Médica:Sem retenção de receita
Tipo de Medicamento:Referência
Apresentação:Frasco-ampola injetável
Consulte a bula

Bula do Alfaepoetina 4.000UI

Não congelar o medicamento.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem a orientação de um profissional de saúde.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
 
 A alfaepoetina injetável (rHu EPO) está destinada para o tratamento de anemia em pacientes com insuficiência renal e que se submetem ao regime de diálise, ou destinada para o tratamento de anemia associado ao câncer e utilização de quimioterápicos, anemia em portador de AIDS submetido ao AZT, em procedimentos pré e perioperatórios, em doenças crônico-degenerativas (artrite-reumatoide).
 
A alfaepoetina injetável (rHu EPO) é utilizada como estimulante para a formação de glóbulos vermelhos, sendo, portanto, um produto que combate a anemia.
 
 A alfaepoetina é contraindicada nos casos conhecidos de hipersensibilidade à alfaepoetina, a albumina sérica humana ou a produtos derivados de células de mamíferos.
Alfaepoetina é contraindicada na faixa etária inferior a 18 anos.
 
 Conservar sob refrigeração entre 2°C e 8°C.
Os números de lote, datas de fabricação e validade estão na embalagem.
Não usar a alfaepoetina após a data de vencimento indicada na embalagem. Qualquer solução remanescente deverá ser descartada.
 
Solução injetável límpida, incolor e praticamente livre de partículas visíveis.
Tanto a solução reconstituída como a solução injetável pronta para o uso, deverão ser transparentes e não devem ser observadas partículas estranhas.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.
 
Se houver desenvolvimento de pressão alta o seu médico deverá realizar o tratamento adequado, incluindo receitar drogas anti-hipertensivas. Se ocorrer problemas no cérebro devido à pressão alta (com ou sem convulsões), deve ser realizado um tratamento adequado agressivo e o tratamento com a alfaepoetina deverá ser interrompido. Logo após controlada a pressão alta, se recomendado o tratamento com alfaepoetina, a sua administração somente deverá ser restabelecida com baixas doses (15-20 U.I./Kg, três vezes por semana) e sob controle médico e monitoração rigorosa da hemoglobina e da pressão sanguínea. Se a pressão alta permanecer sob controle, o tratamento poderá continuar até que a hemoglobina atinja valores de 10-12 g/dL.
Não foram observados efeitos sobre a capacidade de condução de veículos e utilização de máquinas.
Em pacientes com pressão alta incontrolável, com problemas de anemia local devido a alguma obstrução mecânica (isquemia) e/ou antecedentes de convulsões e perda da memória, este medicamento deverá ser administrado com extremo cuidado, e somente com monitoração clínica rigorosa, incluindo evidência de aumento da pressão arterial. Durante o tratamento com alfaepoetina, deve ser controlada a pressão arterial, os eletrólitos do sangue, as plaquetas e a hemoglobina. O número de plaquetas no sangue pode aumentar moderadamente durante o tratamento inicial. Se a pressão arterial começar a aumentar, eventualmente acompanhada de dor de cabeça, deve-se realizar um tratamento agressivo para combater a pressão alta.
Os pacientes com dificuldade para controlar a pressão arterial devem ser tratados clinicamente até que adquira um adequado controle da pressão sanguínea.
Durante o tratamento com este medicamento, a hemoglobina deve ser controlada, ao menos 1-2 vezes por semana, até que atinja um nível estável de 10-12 g/dL. Uma vez que a hemoglobina se estabilize a um valor desejado, deve ser controlada semanalmente. Durante o tratamento da anemia, pode ocorrer aumento do apetite associado a um aumento do potássio.
Se durante a diálise se observar um aumento anormal de potássio circulante no sangue, deve-se ajustar a dieta e o regime de diálise. Se houver aumento da viscosidade sanguínea devido a um aumento da massa circulante de glóbulos vermelhos, pode ser requerido um acréscimo na demanda de heparina, durante as sessões de diálise.
Durante a gestação e lactação, este medicamento deverá ser administrado somente em casos de extrema necessidade. Não se tem conhecimento dos efeitos da administração de alfaepoetina, durante este período, sobre o feto ou recém-nascido, ou sobre a capacidade reprodutiva.
Classe de sistema de órgão:
  • Trombocitemia (pacientes oncológicos)
  • Aplasia eritroide pura (AEP) mediada por anticorpos, Trombocitemia (pacientes com insuficiência renal crônica)
 
Doenças do sistema imune:
  • Reações anafiláticas, hipersensibilidade
 
Doenças do sistema nervoso:
  • Cefaleia (pacientes oncológicos)
  • Convulsões, cefaleia (pacientes com insuficiência renal crônica)
  • Hemorragia cerebral, convulsões (pacientes oncológicos)
  • Acidentes vasculares cerebrais, encefalopatia hipertensiva, acidentes isquêmicos transitórios
Alterações oculares:
  • Tromboses da retina
 
Vasculopatias:
  • Trombose venosa profunda (pacientes oncológicos), hipertensão arterial
  • Trombose venosa profunda (pacientes com insuficiência renal crônica), tromboses arteriais, crises hipertensivas
 
Doenças respiratórias, torácicas e do mediastino:
  • Embolia pulmonar (pacientes oncológicos)
  • Embolia pulmonar (pacientes com insuficiência renal crônica)
 
Doenças gastrintestinais:
  • Náuseas
  • Diarreia (pacientes oncológicos), vômito
  • Diarreia (pacientes com insuficiência renal crônica)
 
Alterações dos tecidos cutâneo e subcutâneo:
  • Erupção cutânea
  • Edema angioneurótico, urticária
 
Alterações musculoesqueléticas e dos tecidos conjuntivos e alterações nos ossos:
  • Artralgia (pacientes com insuficiência renal crônica)
  • Artralgia (pacientes oncológicos)
  • Mialgia (pacientes oncológicos)
  • Mialgia (pacientes com insuficiência renal crônica)
 
Alterações congênitas, familiares e genéticas:
  • Porfiria
 
Perturbações gerais e alterações no local de administração:
  • Febre (pacientes oncológicos), sintomas de tipo gripal (pacientes com insuficiência renal crônica)
  • Sintomas de tipo gripal (doentes oncológicos)
  • Medicamento sem eficácia, edema periférico, febre (pacientes com insuficiência renal crônica), reação no local da injeção
Exames complementares de diagnóstico:
  • Aplasia eritroide pura (AEP) mediada por anticorpos positiva
 
Exames complementares de diagnóstico:
  • Aplasia eritroide pura (AEP) mediada por anticorpos positiva
 
Complicações de intervenções relacionadas com lesões e intoxicações:
  • Trombose do “shunt”, incluindo equipamento de diálise (pacientes com insuficiência renal crônica)
Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento.
 
Nunca tome duas doses ao mesmo tempo. Caso você esqueça de administrar uma dose, esta deverá ser administrada assim que possível, respeitando e seguindo, o intervalo determinado pelo seu médico.
Em caso de dúvidas, procure orientação de um profissional.
 
Deve-se encaminhar o paciente imediatamente ao hospital para receber tratamento adequado, levando consigo a embalagem do medicamento.
As interações medicamentosas a seguir foram selecionadas em vista do seu potencial clínico (não ocorrem necessariamente).
 
Agentes que tratam a pressão alta:
A alfaepoetina aumenta a pressão sanguínea, possivelmente a níveis de pressão alta, especialmente quando ocorre um aumento rápido do volume de células sanguíneas, sendo aconselhável administração de uma terapia anti-hipertensiva mais intensiva (aumento na dose, administração adicional e/ou medicamentos mais potentes) para um controle da pressão sanguínea.
 
Androgênios:
Uma vez que os androgênios aumentam a sensibilidade dos progenitores de hemácias para a alfaepoetina endógena e possivelmente estimulam a secreção de alfaepoetina residual endógena, estas drogas foram utilizadas como um auxílio para a terapia de alfaepoetina em alguns pacientes para diminuir a quantidade total de alfaepoetina necessária para a melhora da anemia. A administração intramuscular semanal de 100 mg de decanoato de nandrolona, em um número limitado de homens com falência renal crônica, proporcionou uma resposta aumentada com baixas doses de alfaepoetina (isto é, um total de 2.000 U.I. intravenosa, 3 vezes por semana), melhorando a resposta de hematócrito de 27,5%, nos pacientes em terapia de baixa dose isolada para 33%, em pacientes tratados concomitantemente. A terapia androgênica isolada é reconhecidamente associada a efeitos adversos substanciais, e estudos controlados são necessários para estabelecer os riscos e benefícios da terapia combinada de androgênios e alfaepoetina.
 
Desmopressina:
A terapia combinada de alfaepoetina e desmopressina resultou em um efeito cumulativo na redução do tempo de sangramento, induzido pela uremia e epistaxia, em pacientes no estágio final da doença renal. O tempo de sangramento diminuiu de 45 minutos para 22, 19 ou 14 minutos, quando o paciente foi tratado com a alfaepoetina, estrógenos conjugados ou desmopressina, respectivamente. Quando a alfaepoetina e a desmopressina foram usadas simultaneamente, o tempo de sangramento diminuiu para 10 minutos.
 
Outras drogas:
A probenecida mostrou inibir a secreção tubular renal de alfaepoetina endógena em animais. A importância dessa inibição em humanos não é conhecida. Mas a possibilidade de tal interação deve ser considerada quando a alfaepoetina e a probenecida são administradas concomitantemente.
 
Heparina:
Um aumento na dose de heparina pode ser requerido em pacientes que recebem hemodiálise, porque a alfaepoetina aumenta o volume celular sanguíneo, que pode levar à coagulação no dialisador e/ou acesso vascular.
 
Suplementos de ferro:
Pode ser prescrita, para alguns pacientes, a suplementação de ferro por via oral ou intravenosa, de acordo com suas condições clínicas.
 
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Este medicamento pode causar doping.
 

Retire a tampa plástica do frasco-ampola. Limpe a borracha do frasco.
Encaixe a agulha da seringa no centro da borracha e vire o frasco de cabeça para baixo. Puxe devagar o líquido com a seringa até a quantidade indicada.
Bata levemente na seringa para as bolhas subirem e pressione o êmbolo até sair uma gota na ponta da agulha.
Lave bem as mãos. Escolha uma área da coxa ou abdômen para aplicar a injeção (5cm longe do umbigo). Limpe o local com álcool e deixe secar.
Com a mão livre, faça uma pinça na pele formando uma dobrinha. Com a outra mão, segure a seringa e aplique a agulha em ângulo de 45° a 90° na pele.
Empurre o êmbolo devagar até o final para aplicar toda a medicação.
Não esfregue o local da aplicação, pressione suavemente com uma gaze.
 

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