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Linabid 5 mg com 30 comprimidos

Novo
R$ 208,50
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O que você precisa saber sobre o Linabid 5?

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Especificação do Produto

  • Conservação: 15ºC a 30ºC
  • Principio Ativo: LINAGLIPTINA
  • Formas de Administração: Oral
  • Tipo de Medicamento: Similar
  • Apresentação: 30 COMPRIMIDOS
  • Validade: 20/05/2028

Bula do Linabid 5

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.
LINADIB® é indicada para o tratamento do diabetes mellitus do tipo 2, para melhorar o controle glicêmico (nível sanguíneo de açúcar) em conjunto com dieta e exercícios. Pode ser utilizada sozinha ou associada à metformina, sulfonilureias, tiazolidinedionas, insulina (com ou sem metformina), metformina mais sulfonilureias ou metformina mais inibidores de SGLT-2. 

LINADIB® atua no tratamento do diabetes mellitus do tipo 2 fazendo o pâncreas produzir maior quantidade de insulina e menor quantidade do hormônio glucagon, ajudando assim a controlar o seu nível de açúcar no sangue. LINADIB® é um medicamento que inibe a enzima dipeptidil peptidase-4 (DPP-4), responsável pela inativação dos hormônios incretínicos, como o peptídeo glucagon símile 1 (GLP-1). O GLP-1 é liberado pelo intestino após ingestão de alimentos e estimula a secreção de insulina pelo pâncreas. Assim, ao inibir a DPP-4, a linagliptina permite que o hormônio GLP-1 atue por mais tempo, liberando insulina conforme necessidade de seu organismo. 

Seu médico prescreverá LINADIB® tanto sozinha quanto em combinação a outro antidiabético, se necessário. 

É importante que você continue a seguir a dieta e/ou os exercícios indicados enquanto estiver em tratamento com LINADIB®. 

Após administração oral, com ou sem alimentos, a linagliptina é rapidamente absorvida e chega à corrente sanguínea, atingindo o pico de maior concentração no sangue 1,5 horas após tomada da dose. 

Você não deve usar este medicamento se tiver alergia à linagliptina ou a qualquer um dos componentes da fórmula. 

Conservar em temperatura ambiente (temperatura entre 15 e 30ºC). 

Proteger da luz e umidade. 

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.  

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. 

Comprimido revestido na cor branca, circular, biconvexo e liso. 

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. 

LINADIB® não deve ser usada em pacientes com diabetes mellitus do tipo 1 (ou seja, se seu corpo não produz insulina) nem para o tratamento de uma condição chamada cetoacidose diabética. 

Se houver suspeita de inflamação aguda do pâncreas, deve-se descontinuar o uso de linagliptina. 

Pacientes que usaram linagliptina sozinha tiveram número de episódios de hipoglicemia (queda nos níveis de açúcar no sangue) similar a pacientes que usaram placebo. 

Em estudos clínicos nos quais os pacientes usaram linagliptina associada a agentes que tem baixo risco de causar hipoglicemia (por exemplo, metformina, tiazolidinedionas), o número de episódios de hipoglicemia relatados com linagliptina foi similar ao número de episódios nos pacientes que tomaram placebo. 

A insulina e sulfonilureias são conhecidas por causar hipoglicemia. Portanto, é preciso ter cuidado ao tomar linagliptina em associação a insulina ou sulfonilureia. Pode ser necessário reduzir a dose da insulina ou da sulfonilureia. 

Se houver suspeita de penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper), deve-se descontinuar o uso de LINADIB®. 

Artralgia grave e debilitante foi reportada em pacientes que utilizam medicamentos da mesma classe de linagliptina (inibidores da DPP-4). Portanto, informe ao seu médico caso sinta dores graves nas articulações, para que ele avalie a necessidade de descontinuar o uso do medicamento, se apropriado. 

Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: 

Não há estudos sobre os efeitos na capacidade de dirigir e operar máquinas. 

Gravidez e Amamentação: 

O uso de linagliptina não é recomendado durante a gravidez, por não haver estudos suficientes com essa população. 

Dados farmacodinâmicos/toxicológicos disponíveis em animais têm mostrado excreção da linagliptina no leite. Não se sabe se a linagliptina é excretada no leite humano. É necessário ter precaução ao administrar linagliptina a mulheres que estão amamentando. 

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.

A linagliptina foi estudada para o tratamento de pacientes com diabetes tipo 2 tanto sozinha quanto em combinação a outros antidiabéticos. As reações adversas relatadas abaixo são apresentadas de acordo com a frequência. Foram reportadas reações adversas em pacientes que receberam linagliptina 5 mg diariamente como monoterapia ou como associação terapêutica em estudos clínicos e reações adversas identificadas na experiência pós-comercialização. 

Reações muito comuns: 

  • Hipoglicemia (queda dos níveis de açúcar no sangue), quando usada em combinação com metformina e sulfonilureia. 

Reações comun: 

  • Lipase aumentada (enzima que pode ser verificada em exame de sangue para diagnosticar alguma alteração no pâncreas); 

  • Aumento de peso (quando usada em combinação com pioglitazona). 

Reações incomuns:  

  • Nasofaringite (infecção de vias aéreas superiores - nariz e faringe); 

  • Hipersensibilidade (alergia); 

  • Tosse; 

  • Pancreatite (inflamação no pâncreas); 

  • Constipação (quando usada em combinação com insulina); 

  • Rash (vermelhidão); 

  • Amilase aumentada (enzima que pode ser verificada em exame de sangue para diagnosticar alguma alteração no pâncreas). 

Reações raras:  

  • Angioedema (inchaço da língua, lábios e garganta); 

  • Urticária (placas avermelhadas e elevadas na pele, geralmente com coceira); 

  • Ulceração da boca (feridas na boca); 

  • Penfigoide bolhoso (bolhas grandes e muito firmes e que demoram muitos dias para se romper). 

Reações com frequência desconhecida:  

  • Hipertrigliceridemia (aumento dos níveis de triglicérides no sangue), quando usada em combinação com sulfonilureia; 

  • Hiperlipidemia (aumento dos níveis de gordura no sangue – colesterol e triglicérides), quando usada em combinação com pioglitazona. 

O evento adverso mais frequentemente relatado foi a queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia), observada sob a combinação tripla linagliptina mais metformina mais sulfonilureia, 22,9% comparada a 14,8% de ocorrência em pacientes que usaram placebo. 

Os episódios de hipoglicemia nos estudos controlados por placebo foram leves, moderados ou graves. 

Atenção: este produto é um medicamento que possui nova indicação terapêutica no país e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis, mesmo que indicado e utilizado corretamente, podem ocorrer eventos adversos imprevisíveis ou desconhecidos. Nesse caso, informe seu médico. 

Se uma dose for esquecida, deve ser tomada assim que você se recordar. Não se deve tomar uma dose duplicada no mesmo dia. 

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista. 

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Durante os estudos clínicos em indivíduos sadios, doses únicas de até 600 mg de linagliptina (equivalentes a 120 vezes a dose recomendada) foram bem toleradas. Não há experiência com doses acima de 600 mg em humanos. 

Na eventualidade de uma superdose, você deve procurar auxílio médico imediatamente. 

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Você deve informar ao seu médico sobre todos os medicamentos que está usando. Você não deve começar a tomar nenhum medicamento sem conversar com seu médico. 

Nenhuma interação clinicamente significativa que necessite ajuste de dose foi observada em diversos estudos realizados. A administração concomitante de linagliptina com vários medicamentos comumente utilizados por diabéticos e com problemas cardíacos (metformina, glibenclamida, sinvastatina, pioglitazona, varfarina, digoxina) e também com contraceptivos orais não causou efeito relevante sobre a absorção e concentração sanguínea de nenhum dos medicamentos. 

O ritonavir é um medicamento antirretroviral utilizado para tratamento de infecção pelo vírus HIV e é conhecido por ser um potente inibidor da isozima CYP3A4 e da glicoproteína-P (proteínas do fígado e intestino que são responsáveis por metabolizar e transportar diversas substâncias).  

Administração concomitante de linagliptina e ritonavir não causou alterações farmacocinéticas clinicamente relevantes, e por isso, não são esperadas interações medicamentosas com outros medicamentos que também inibem estes sistemas, e um ajuste de dose não seria requerido. A rifampicina é um medicamento antibacteriano potente indutor da glicoproteína-P e da isozima CYP3A4. Estudos de administração múltipla de linagliptina com rifampicina mostraram uma diminuição na concentração sanguínea de linagliptina e redução da inibição da DPP-4 em 30% nos menores níveis de concentração de linagliptina. Assim sendo, espera-se que a linagliptina em combinação com indutores fortes da glicoproteína-P seja clinicamente eficaz, embora a eficácia plena possa não ser atingida.  

A biodisponibilidade absoluta da linagliptina é de aproximadamente 30%. Como a administração concomitante de uma refeição rica em gorduras com linagliptina não teve efeito clinicamente relevante sobre a sua concentração sanguínea, a linagliptina pode ser administrada com ou sem alimentos. 

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.  

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde.

Tome o medicamento por via oral, com um pouco de água. 

Engula o comprimido inteiro, sem partir, mastigar ou triturar.

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